quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Just across the ocean

Não nos dá nada de mais ser bonito ou feio, ter roupa de marca ou da feira, ir de férias pelo mundo fora ou nunca ter saído da nossa pequena cidade, ter um telemóvel daqueles ou dos outros, ou umas sapatilhas de tal marca porque todos as usam. Todos partilhamos o mesmo mundo, todos respiramos o mesmo ar e temos o mesmo direito a viver e a ser respeitado, mas o que que tem este mundo de justo? não era tão bom se todos pudessem ter o quisessem sem qualquer esforço, mas nada era a mesma coisa e este era um mundo de preguiçosos. A meus olhos nada é justo, há pessoas a morrer à fome no entanto toda a gente tem direito a viver e viver não é existir. No entanto existem bilionários que por mais que gastem nunca vão morrer à fome, só se forem burros, mas o dinheiro não faz ninguém feliz, o dinheiro não compra a amizade verdadeira nem o amor, e muitos ficam sós e abandonados com closets e salas de cinema em casa quando uma família mais pobre esta a jantar em família e a rir-se em conjunto contando as novidades do dia, partilhando momentos e emoções, podem não ter uma vida de luxo e muito menos fácil, mas é uma vida feliz, uma vida de pessoas que lutam para ter tudo aquilo que querem, e eu admiro profundamente isso.

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