terça-feira, 29 de junho de 2010

Lua

Já não sei viver de outra forma, todos os dias a mesma coisa, as mesmas pessoas, os mesmos sentimentos, todos os dias, o sol nasce e a manhã cresce, o sol põe-se e a lua brilha, porque ela mantém-se, ela nunca desaparece completamente, mesmo numa noite de céu enevoado...toda a gente sabe que ela permanece lá, no céu ao lado de todas as estrelas, talvez seja por isso que eu gosto tanto da dela, talvez ela seja mesmo a razão para eu gostar mais da noite que do dia. Eu gostava de tê-la, porque ela nunca nos deixa, tu foste a minha estrela, deu-se uma explosão e tu morreste, desapareces-te da tua constelação para sempre, ficando todos os teus vestigios perdidos no espaço. Quem me dera voltar a recuperar-te, mas as estrelas não renascem, entretanto contento-me com a lua.

Habitua-te!

Por mais que chores e por mais que sofras, nada irá mudar.
ainda não é tarde de mais

domingo, 27 de junho de 2010

Replay.

Disse a mim mesma que ia dormir, tentei, mas não consegui, peguei no computador, não me apetecia falar com ninguém. Abri nas imagens numa tentativa de recuperar memórias à já muito perdidas, encontrei lá o filme que mais ligo a ti, sem me perguntar o porquê comecei a vê-lo, voltei a vê-lo de novo por muito estúpido que seja. Mas cada vez que o vejo sinto uma coisa diferente, dou importância a um momento que nem sequer tinha reparado antes, dependendo do meu estado de espirito; hoje, fiquei com saudades, saudades daquelas personagens que tanto me agarraram aos livros e mais tarde ao filme, que me mostraram as coisas de uma forma um pouco diferente, algo fantástico, e impossível ou possível para quem acreditar, mas o mais importante foi que me trouxe memórias, e que me fez chorar pela primeira vez em muito tempo, fez-me chorar na parte em que se separaram, não naquela em que ele disse que se tinha apaixonado por ela como muitas vezes já me tinha acontecido.
All I want is you again, all I want is a replay in my life.
Agora deixa-me dormir, já não sou quem era.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Sou feliz até prova em contrário!

Para quê voltar ao passado se ele está lá, bem guardado na minha memória a pedir para de lá mais não sair? Não é que as recordações sejam más, é mais por serem as melhores que tenho e por elas nunca mais se voltarem a repetir, sinto falta disso admito, sinto a falta das nossas conversas bastante parvas, sinto a falta daquela amizade incomparável a qualquer outra, sinto falta do teu abraço, do teu corpo junto ao meu, sinto a falta de cada segundo que passei contigo, sinto a falta daqueles nossos encontros as escondidas, daquelas mensagens que me faziam sorrir feita parva e andar a cantar baixinho quando estava sozinha, sinto a falta de passar as aulas a pensar em ti e a escrever sobre ti sem tu saberes, sinto a falta de não querer que os fins-de-semana existissem e de querer sempre que tu tivesses aulas à tarde só para poder estar contigo, sinto a falta de tudo, sinto a tua falta e sobre isso não há discussão possível. Mas isso está muito bem arrumadinho, pensado e repensado, e até lágrimas correram na minha cara naquela fase de aceitação, mas para quê tudo isso? sejamos um pouco realistas, era óbvio que um dia aquilo iria acontecer, nada dura para sempre. Agora não passas de mais uma gaveta cheia no meu armário(comparação estúpida eu sei, mas o que se pode fazer? a felicidade é pura estupidez porque nunca dura para sempre)

terça-feira, 1 de junho de 2010

"Se duas pessoas que se amaram, continuam amigos, ou nunca se amaram ou ainda se amam"
Acredito que seja verdade, ou pelo menos quero acreditar.



Lembras-te?
espero que sim...