domingo, 2 de maio de 2010

Para onde foste?








Hoje acordei, fui ao telemóvel, reparei que era cedo, muito cedo, tinha uma mensagem não era de quem eu queria, mas muito sinceramente nem sei de quem é que quero, tuas já não as tenho, mas também não as quero, passei a desprezar-te mais do que a amar-te. Hoje perguntaram-me se me podiam fazer uma pergunta, eu pensei que estupidez, ao dizer isso já me estão a fazer uma pergunta, respondi que sim, perguntaram-me se ainda gostava de ti, vi-me lidar com essa pergunta sem ter uma reposta, não menti, disse que não sabia mas que fazias parte do meu passado, e que estavas a ficar lá, irónico não? Como é que se pode esquecer uma coisa assim de um momento para outro, acho que não é possível, mas perdeste a tua importância, acho que não me merecias, ou talvez eu não te merece-se a ti, mas acho que quem errou foste tu e não eu, não me arrependo. vejo que agora a felicidade paira no ar, a tua oportunidade finalmente chegou, e estás a aproveitá-la, fico feliz por ti. Quem me dera não ter de te enfrentar todos os dias, tornaria a minha tarefa muito mais fácil, acho que agora estou mais... não sei, acho que estou diferente, não por ti, mas por tudo o que me fizeste, estou mais desconfiada, menos aberta, mais fria... Nem sabes como é que eu fiquei, quando me disseram isso, fiquei tão magoada, mas não te culpo, afinal o coitadinho sempre foste tu. Fiz o certo, enfrentei a verdade com mentira e a incerteza invadiu-me. Sinto falta, mas não é do suposto tu, deste que agora existe, sinto falta do outro, daquele que residia em ti à um ano atrás.

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